quarta-feira, 28 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Essas eu não tinha visto ainda...
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Vinheta do Anima Mundi
Vinheta Anima Mundi 2010 from Anima Mundi on Vimeo.
Eis a belíssima vinheta criada por Alê Abreu para o Anima Mundi 2010.quinta-feira, 15 de julho de 2010
Entrevista para a Rádio RFI
A rádio RFI é uma rádio que tem sede em Paris e que fornece conteúdo para o mundo em vários idiomas, dentre eles o português brasileiro. Está disponível para download o podcast da entrevista que dei em português sobre a minha participação no Festival de Annecy. Contribuindo para o mesmo conteúdo está nada mais, nada menos do que Tiziana Loschi, diretora do tão aclamado Festival.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Saiu a programação do Anima Mundi
Na próxima semana começa o Anima Mundi, o maior festival de animação do Brasil. O Contemporânimos será exibido cinco vezes no Rio de Janeiro e duas vezes em São Paulo, integrando a sessão competitiva Curtas 4. Clique aqui.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Anima Mundi

Então, o Contemporânimos foi selecionado para o 18º Festival Internacional de Animação do Brasil - ANIMA MUNDI 2010, na categoria competitiva de Curtas. Uhú! de novo!
Confira os selecionados aqui.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Entrevista!

Leia a entrevista que dei para o View Master Blog sobre a seleção do Contemporânimos para Annecy. Para o mesmo blog, o Marcelo Marão comenta a participação de quatro brasileiros entre os selecionados.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Em Annecy!!!

E não é que o curta Contemporânimos foi selecionado para o Festival de Annecy 2010? Um dos maiores festivais de animação do mundo. O filme entrará na mostra não competitiva, porém, em se tratando de Annecy, é memorável. É quase inacreditável. Uhú!!!
quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
Música

A música base para o Contemorânimos foi composta por um grande irmãoZão, o Guilherme Barreto Ferreira, que me socorreu aos 47 minutos do 2º tempo. Compondo a trilha em pouquíssimo tempo. A parte dos efeitos de engrenagens e outros sons foram acrescentadas depois, sobre a belíssima melodia. Valeu Guilherme!!!
domingo, 3 de maio de 2009
Telas no Flash
sábado, 18 de abril de 2009
Chegando ao final...
abaixo, um nobre comentário do ilustrador Céllus
Oi, Julio.
Ai vão algumas leituras que fiz entre o tema da música contemporânea e a sua animação:
No começo do filme aparece um metronomo que me recordou o Poeme Symphonique (100 metromones) de Gyorgy Ligeti.
As engrenagens na cabeça do maestro me lembraram, imediatamente, umas das colagens dadaistas de Raoul Hausmman, "Tattlin at home" por isso aquela ideia de um Karajan dadaista.
As engrenagens na cabeca do maestro tambem remetem diretamente a um dos pontos básicos da musica contemporanea, a relaçao entre musica e o elemento sonoro produzido por máquinas, tanto as de origem concreta, o conceito criado por Pierre Schaeffer em 1950, onde ele estuda a fonte sonora dentro de uma abordagem fenomenológica, em que o elemento sonoro independe do conceito romantico do que é musica (melodia, ritmo e harmonia) e passa a levar em conta o fato de ser um "objeto sonoro" produzido a partir da vivencia humana e do seu progresso. Outro aspecto desta relação musica/máquina é a própria sintese de elementos somente por meios eletrônicos (manipulacão de fita magnetica em estudios), a música eletroacustica, que tinha seu nascimento por volta de 1954, com os primeiro estudos na Alemanha (Stockhausen), Itália (Berio, Nono), França (Boulez) e Russia (Ussachevsky e Luening). Esta relação musica/máquina é tão patente desde o inicio do século XX, as composiçoes do futurista Luigi Russolo, com seus geradores de ruido, o Ballet Mecanique de George Antheil, com o uso de sirenes e uma inovação ritimica que tentava emular a rapidez do progresso nas grandes cidades, esta peça foi criada para trilha sonora de um filme dada de Leger com o mesmo nome. Outro compositor a usar a maquina como uma fonte sonoara foi Colon Nankarrow, que compôs peças de complexidade ritmica tão grande que eram impossiveis de serem executadas por humanos, levando Nancarrow a recorrer às antigas pianolas com seus rolos metálicos para tocar suas obras. Em uma de suas últimas obras, Quarteto para Helicóptero, Stockhausen recorreu a execução da obra por um quarteto dentro de um helicoptero em pleno voo (uma tentativa de unir a musica romantica/humana com o ruido do conceito concreto?)
Um aspecto que me chamou atenção na animação foi a ausência de cenário e platéia, o que suscita uma idéia de vazio, que por tratar do tema da música nos direciona ao conceito do silêncio. Outro elemento sonoro que só veio a ser posto em discussão na música contemporânea, de forma eloquente por Johh Cage ("4:33", peça composta só de pausas, onde os executantes não tocam nada, o que se escuta são os sons ambientes produzidos pela platéia). Cage também fazia uso do aleatório na musica, a partir de conceitos da filosofia Zen.
No fim da animaçao a música é abruptamente interrompida e guardada na cabeça do maestro, de uma maneira bem mecânica, astreptosa, anti-climatica, como a proposital quebra de um discurso, de uma sintaxe que se desenvolvia através de diálogo entre o conceito romântico de música (sons de instrumentos convencionais de orquestra que contruiam uma melodia) e a nova abordagem da música contemporânea (outra abordagem ritmica, ruidos de natureza mecânica e eletronica). O que nos deixa a sensação de uma discussão inacabada.
É isso.
Abs
Céllus
Oi, Julio.
Ai vão algumas leituras que fiz entre o tema da música contemporânea e a sua animação:
No começo do filme aparece um metronomo que me recordou o Poeme Symphonique (100 metromones) de Gyorgy Ligeti.
As engrenagens na cabeça do maestro me lembraram, imediatamente, umas das colagens dadaistas de Raoul Hausmman, "Tattlin at home" por isso aquela ideia de um Karajan dadaista.
As engrenagens na cabeca do maestro tambem remetem diretamente a um dos pontos básicos da musica contemporanea, a relaçao entre musica e o elemento sonoro produzido por máquinas, tanto as de origem concreta, o conceito criado por Pierre Schaeffer em 1950, onde ele estuda a fonte sonora dentro de uma abordagem fenomenológica, em que o elemento sonoro independe do conceito romantico do que é musica (melodia, ritmo e harmonia) e passa a levar em conta o fato de ser um "objeto sonoro" produzido a partir da vivencia humana e do seu progresso. Outro aspecto desta relação musica/máquina é a própria sintese de elementos somente por meios eletrônicos (manipulacão de fita magnetica em estudios), a música eletroacustica, que tinha seu nascimento por volta de 1954, com os primeiro estudos na Alemanha (Stockhausen), Itália (Berio, Nono), França (Boulez) e Russia (Ussachevsky e Luening). Esta relação musica/máquina é tão patente desde o inicio do século XX, as composiçoes do futurista Luigi Russolo, com seus geradores de ruido, o Ballet Mecanique de George Antheil, com o uso de sirenes e uma inovação ritimica que tentava emular a rapidez do progresso nas grandes cidades, esta peça foi criada para trilha sonora de um filme dada de Leger com o mesmo nome. Outro compositor a usar a maquina como uma fonte sonoara foi Colon Nankarrow, que compôs peças de complexidade ritmica tão grande que eram impossiveis de serem executadas por humanos, levando Nancarrow a recorrer às antigas pianolas com seus rolos metálicos para tocar suas obras. Em uma de suas últimas obras, Quarteto para Helicóptero, Stockhausen recorreu a execução da obra por um quarteto dentro de um helicoptero em pleno voo (uma tentativa de unir a musica romantica/humana com o ruido do conceito concreto?)
Um aspecto que me chamou atenção na animação foi a ausência de cenário e platéia, o que suscita uma idéia de vazio, que por tratar do tema da música nos direciona ao conceito do silêncio. Outro elemento sonoro que só veio a ser posto em discussão na música contemporânea, de forma eloquente por Johh Cage ("4:33", peça composta só de pausas, onde os executantes não tocam nada, o que se escuta são os sons ambientes produzidos pela platéia). Cage também fazia uso do aleatório na musica, a partir de conceitos da filosofia Zen.
No fim da animaçao a música é abruptamente interrompida e guardada na cabeça do maestro, de uma maneira bem mecânica, astreptosa, anti-climatica, como a proposital quebra de um discurso, de uma sintaxe que se desenvolvia através de diálogo entre o conceito romântico de música (sons de instrumentos convencionais de orquestra que contruiam uma melodia) e a nova abordagem da música contemporânea (outra abordagem ritmica, ruidos de natureza mecânica e eletronica). O que nos deixa a sensação de uma discussão inacabada.
É isso.
Abs
Céllus
quarta-feira, 1 de abril de 2009
novo maestro
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